Jogando ferradura por cima do ombro
E trevo-de-quatro-folhas, quando encontro, não me assombro
Ando num desespero pra deixar de amar.
Tenho escondido livros e evitando gato preto
Escada eu vejo de longe e já preparo o desvio
E juro que até amanhã do amor eu renuncio
Vou voltar a ser normal, acredite, eu prometo!
E amanhã acordo e vou ser outra pessoa
Botar o pé direito antes de abrir a boca
Tomar banho de ervas pra me purificar
E tentar ser mais normal e ficar à toa
Só se você pedir que eu volto a ser louca
Por enquanto vou tentando desaprender a amar
Ana Célia (mais centrada!) Dias

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